sábado, 27 de novembro de 2010

Elementos da lingüística

      Bá que baita arranca rabo!!!!!
      Tenhu um conhecido que não é de se confiar...ele é, digamos,  espertinho demais, não é de se laçar com suvéu curto, ele anda arrepiando a vizinhança com a sua mania de ser, não podemos maniar cachorro com lingüiça, muito menos dormir com os dois olhos fechados!!!!!
      Sei que a vizinhança anda toda ouriçada e de cabelo em pé, todo mundo pronto para saltar da carroça, esparramando os pertences e esperando que chova na sua horta, o conhecido é ligeiro que nem gato e pula mais que pipoca na panela, ele sempre acha um jeito de culpar a mãe dos outros, das porcarias que ele apronta, ele faz coisas da gente perder os butiás do bolso e ficar mais abismado do que gato na cesta alheia.


      O texto acima demonstra elementos lingüísticos, numa versão gauchesca de contar um “causo”, a lingüística trás para a leitura e a escrita a contextualização cultural de um povo a visão predominante da língua materna com as mudanças lingüísticas locais, na sala de aula nos deparamos muitas vezes com situações que nos fazem verificar e acompanhar este processo, neste celeiro lingüístico que se chama sala de aula, temos um lugar privilegiado de viver trocas e de valorizar experiências em todos os sentidos. 



Alcione, Kátia, Maria Selomar, Carla, Izaura e Liege.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Anjos Da Guarda - Leci Brandão




Esta música detalha a missão do Educador Brasileiro, ele que não desiste e tem esperança de um futuro melhor, que acredita na mudança social pela educação, uma mensagem de esperança e de motivação!!!!!
Alcione, Kátia, Maria Selomar, Izaura, Liege e Carla.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Mediando o Processo do Ler.

Ler? Escrever? Decodificar? Interpretar? O que é necessário para formar bons leitores, inicio dizendo que é preciso ambiente e pessoas envolvidas com este objetivo, o ambiente deve ser desafiador e muito estimulante, mediadores devem ser mediadores, parece que é óbvio, mas explicarei, mediar não é nem fazer com que, muito menos levar a, mediar deve ser discutir, inovar, oferecer meios para que as coisas aconteçam, isto é o que me preocupa quando o assunto é leitura, leitura pronta e com objetivo único de ensinar gramática ou então alfabetizar, não é leitura com objetivo de ler, na visão dinâmica desse ler, nesse universo, preocupa-me as leituras das nossas Escolas. Quando o aluno passa de espectador para autor ou agente participativo, tudo muda de figura, renova-se e reveste-se de significados, professor mediador media este processo, é difícil? Talvez, mas na atual perspectiva educacional onde o foco não é mais a Escola, nem repassar conteúdos, mas sim a busca da integração do aluno e seu saber, este modelo atual, não aceita um aluno copiante ou decorador, e sim um sujeito comprometido com a sua busca de saber, envolvido e estimulado, sintonizado em seu objetivo.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A leitura como prática de inclusão .

Como instrumento inclusivo a leitura é uma estratégia, que como mediador, o educador deve usar visando integrar as realidades, muitas vezes os alunos sentem-se distintos entre si, no entanto numa dinâmica de grupo o educador pode integrar os potenciais da turma, conforme as habilidades vão surgindo, um aluno lê, outro desenha, outro gosta mais de falar, na vivencia da sala de aula isso vai ficando mais fácil de administrar, atingindo toda a turma, com ou sem necessidades especiais, temos, no entanto que trabalhar as habilidades de cada aluno, partir do que ele sabe e pode fazer, é viver na coletividade , respeitando as individualidades.

Loading...